Tic... tac...
tic... tac...
Canta o relógio ao meu ouvido
Seco, insistente, frio...
Gélido a congelar a alma
Tic... tac... tic... tac...
Caminhando no meu próprio vazio
Que se enche de vida num abraço teu
Único lugar onde o tempo é uma dádiva
Os segundos se calam
A melodia se torna viva
Em uma simples nota de afago
Tum Tum... Tum Tum...
Nenhum comentário:
Postar um comentário